agora eu estou AQUI
o mesmo endereço, a mesma falta do que escrever, a mesma sté.
só que .wordpress
domingo, 31 de maio de 2009
mudamos
Escrito por Sté às 17:42 |
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Acontecimentos
Fiquei com preguiça de postar o Meeting Natura #2. Processem-me.
Consegui um estágio. Paguem uma cerveja pra mim.
Juca chegando. Preparem-me um gráfico e alguns pães de queijo.
Ó que bacana, nesse site dá pra fazer efeitos interessantes com suas fotos, pra você fingir que manja muito de photoshop. São bonitinhos e nem precisa se cadastrar ou coisa assim.
Ó que eu fiz:
Escrito por Sté às 23:06 |
terça-feira, 19 de maio de 2009
Meeting Natura #1
Hoje fui visitar a fábrica da Natura, em Cajamar (quase São Paulo, quase Campinas) e resolvi contar, mas vou fazer em dois posts, já que é MUITA informação. Esse primeiro falará do espaço físico e o outro do lado humano e da política da empresa.
O lugar é, no mínimo imenso, imenso, imeeeeeeeeenso. Apenas alguns itens da linha Ekos não são feitos lá, já que são fabricados em parceria com comunidades do norte do país.
A recepção tem um cheirinho de erva doce, igual ao do sabonetee recepcionistas bonitas, é lógico. Logo na entrada do "tour" propriamente dito, a bem arrumada Heloisa explica que a fábrica usa muito vidro no lugar de uma ou outra parede para economizar energia e para mostrar que não tem nada a esconder. Como estávamos num corredor com paredes de vidro e conseguíamos ver toooooda a linha de produção e alguns jardins, isso fez total sentido.
No estacionamento e no teto da fábrica existem muuitas plaquinhas de energia solar, então a Natura já economiza MUITO em energia elétrica com isso. Daquele mesmo corredor, dava para ver uma torre de estação de tratamento de água. A empresa usa a água nas descargas dos banheiros, nos jardins e uma outra parte vai para um rio ali por perto que está sujo. A água que sai da Natura, na verdade, ajuda a limpá-lo.
Esse comecinho tem bastante área verde por dois motivos: um para deixar bonito, porque é a área com maior número de visitantes e é vista dos escritórios, dois para poder aumentar a fábrica sem ter que parar a produção. As paredes da fábrica são móveis, é só mudar de lugar se precisar.
A primeira ala (é ala que fala?) é onde é fabricada a maquiagem. Em uma só esteira, os batons já saem feitinhos, embalados e já nas caixonas. São 53 mil batons por dia! Tudo que é em pó - sombras, blushes e pós - é feito em salas fechadas e as pessoas que trabalham lá têm que usar máscara e luvas para não estragar a produção.
Depois tem a parte onde produzem perfumes/shampoos/etc, em que os funcionários de jaleco branco são os que trabalham na linha de produção efetivamente, os de cinza são os de transporte e os de azul marinho são os da manutenção das máquinas. Imaginem a fantástica fábrica de chocolate, então é igual! Ainda mais porque estávamos olhando de cima, Woompa Loompas realmente existem e não é só na máquina de café da faculdade! *_*
Chegamos , ainda por esse corredor bacana, numa parte fantástica que eles chamam de Picking. É assim: as caixas passam por uma esteira e recebem uma etiqueta com o nome da consultora, número de itens e peso estimado. O processo é todo automático, as caixas vão passando por esteiras e leitoras de código de barras que encaminharão para os lugares onde os produtos pedidos estão e eles irão cair na caixa. No fim, a caixa é pesada novamente, para ver se bate com o peso estimado. Os funcionários só têm uma função: reabastacer as "chambers" com os produtos. INCRÍVEL, não?
A fábrica funciona na prática do just-in-time, eles não têm um estoque substancial, só de emergência. Mas, eles tem um estoque de insumos IMENSO, é vertical, cerca de 6 andares de caixas. É muita coisa! muita! Nessa área, os únicos funcionários que trabalham são os "motoristas" das empilhadeiras.
Depois fomos para a Alameda de Serviços. Como a fábrica fica meio fora de mão (meio é delicadeza minha, já que é a quase uma hora e meia de São Paulo), a Natura tem restaurante, lanchonete, videolocadora, creche, farmácia e um pequeno centro médico para todos os funcionários.
Próximo a Alameda está o clube da Natura. Lá os funcionários têm piscina, academia, quadras, quadras de tênis e salão de cabeleireiro (SIM! elas podem dar uma saídinha na hora do almoço e dar um tapa no cabelinho e na maquiagem).
Não visitamos o prédio de escritórios, mas ele é feito todinho com placas de vidro, dá pra ver todo mundo trabalhando =B
Depois foi CASA!
Amanhã falo mais, já ficou bem grande
sábado, 16 de maio de 2009
Sofisticação e nível
No telefone:
A: Mas ele não tem que receber agora, tem 30 dias ainda...
B: (...)
A: E por algum acaso ele é puta pra não conseguir ficar sem dinheiro?
B: (...)
A: Se ele te pedir dinheiro de novo, enfia a mão na cara dele!
A - minha avó, uma velhinha simpática de 83 anos, metida a advogada
B - Dona Vera, uma outra velhinha.
Escrito por Sté às 11:35 |
sábado, 9 de maio de 2009
A cor e a cidade
Começou em 2004, com músicas rodando pela internet e fãs pedindo pque Dallas Green lançasse logo o seu projeto. Não tardou muito, e em 2005, o disco "Sometimes" estava nas lojas (ou no Limewire e na comunidade Discografias). Para quem planejava só mostrar o seu lado mais folk, City and Colour foi bem mais longe. Com esse álbum, Green conseguiu o Juno Awards de Melhor Álbum Alternativo e o MuchMusic Video Awards 2006, na Escolha da Audiência com "Save your Scissors", que você pode escutar/assistir aqui.
Em 2007, City and Colour lançou um CD+DVD com os sucessos do primeiro álbum, mostrando que para um projeto solo, eles/ele estavam indo bem longe. "Bring Me Your Love", último álbum, saiu em 2008, com a mesma simplicidade, amor e sofrimento dos outros. Teve a participação de Gordon Downie, do The Tragically Hip, nos vocais de "Sleepping Sickness".
O Alexisonfire não acabou, tem projeto para CD novo e tudo, e os projetos paralelos de Dallas Green também não. Ele afirma que Alexisonfire mostra seu lado mais rock'n roll, City and Colour o seu mais quieto, mas que não acaba por aí e que seu repertório musical vai do alternativo ao R&B.
A minha preferida é Constant Knot, do último álbum. A letra não é tão triste, é bonitinha e a voz do Dallas está incrível, incrível. Você pode assistir aqui, um show em Calgary, Alberta, no Canadá. É de bater palmas junto e cantar "And now I say paparapaparapapa"
Escrito por Sté às 17:26 |
Marcadores: Alexisonfire, City and Colour, Dallas Green, folk, indie


